A competitividade, a imparcialidade e, por fim, a caridade
O Benfica estará interessado num alemão chamado Koch – o nome, para o caso, é o que menos interessa – e o "Record", na sua edição de ontem, avançava que o negócio poderia não se concretizar porque o jogador quer "uma Liga mais competitiva". É uma escolha errada de palavras. A questão não é de competitividade mas de notoriedade. Da escassa notoriedade da Liga portuguesa que não chega aos calcanhares das chamadas Big 5 em orçamento e em prestígio. Se só interessa quem vai à frente, em termos de competitividade, a Liga portuguesa, comandada pelo Benfica com 7 pontos de avanço sobre o 2.º classificado, não é menos competitiva do que a Liga inglesa liderada pelo Liverpool com 16 pontos de avanço sobre o 2.º classificado, o Manchester City, ou do que a Liga francesa liderada pelo PSG com 8 pontos de avanço sobre o 2.º classificado, o Marselha.