As piores e as melhores razões

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A desistência de João Noronha Lopes da corrida eleitoral no Benfica não é uma boa notícia para Rui Costa nem para o Benfica. Pior ainda, para todos, é a perspetiva de Rui Costa concorrer sozinho a 9 de outubro legitimando-se, por fim, como presidente do Benfica sem passar pelo crivo da confrontação das ideias e do debate com os seus opositores. As próximas eleições no maior clube português querem-se concorridas, livres de condicionalismos e de restrições democráticas em função das circunstâncias institucionais em que vão ocorrer e que se resumem à crise provocada pela demissão de Luís Filipe Vieira, o presidente de quase duas décadas forçado a uma saída de cena por um processo judicial aparatoso e longe do fim.

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