As vénias são facultativas nas democracias europeias

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De amanhã a oito dias o Benfica joga a sua 38.ª final da Taça de Portugal, uma competição muito estimada no nosso país. O adversário é o Sporting de Braga, uma equipa que se apresentou em campo com elevados índices de qualidade na primeira volta do campeonato corrente vindo a soçobrar na segunda volta por razões que o seu treinador e os bracarenses em geral conhecerão melhor do que ninguém, mas que, à vista desarmada, devem prender-se com questões de falta de material mais duradouro. O Benfica, por exemplo, apesar do material ser abundante e experimentado, ainda que já viesse a ameaçar com uma coisa idêntica, um soçobramento, desde o princípio de novembro, só soçobrou espetacularmente em janeiro e as razões apontadas foram o surto de covid que infetou a equipa, os técnicos e o staff após a visita ao Porto. Ninguém, nem nenhum grupo, está livre de uma infelicidade destas em tempos de pandemia. Basta andar ao ar.

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