Com o que conta e com o que quer contar
Não haverá dúvidas sobre os resultados das eleições intercalares no Benfica. O ato de hoje, menos de um ano depois da última ida as urnas, foi provocado pelos acontecimentos que levaram à detenção de Luís Filipe Vieira em julho e pelo reconhecimento, por parte de Rui Costa, que para ser presidente a sério do Benfica precisava de se legitimar através do voto. Ao contrário da opinião de membros da última Direção eleita, o futuro presidente do Benfica entendeu, e bem, que prolongar-se até 2024 na posição formal de substituto de Vieira, designado por Vieira, não só não lhe traria sossego nem estatuto como lançaria o Benfica no triénio mais absurdo da sua História.