De preferência na foz de um rio?
Aborrecido por estar a 8 pontos de distância do líder do campeonato e enfadado pelas expulsões de dois jogadores num desafio para a Taça, dedicou-se o presidente do FC Porto, numa curta aparição audiovisual, a lamentar o falecimento de um governante – "sei que não temos secretário de Estado do Desporto porque morreu" –, fornecendo ainda informação válida e pertinente sobre os procedimentos práticos desta ou de qualquer outra fatalidade: "Não foi enterrado, mas está morto". Isto, note-se, recorrendo a um esmerado cuidado linguístico que muito lhe agradeceriam os amigos do falecido se, de facto, tivesse falecido, o que não é o caso. Fica, no entanto, registada a intenção. A família agradece, só pode.