Dos chineses já estamos livres
Veio nos jornais que o Benfica entregou o negócio do "naming" do seu estádio e do seu centro de formação a uma empresa norte-americana vocacionada para este género de operações. Caberá aos recém-empossados intermediários apresentar ao seu cliente, o Benfica, propostas para dar nome de qualquer coisa ou de marca sonante à Luz e ao Seixal na linha do que outros emblemas europeus já fizeram nesse domínio. O Manchester City vendeu por 10 anos o nome do seu estádio à Etihad Airways dos Emirados Árabes Unidos o que lhe vale uma receita anual de 17,1 milhões de euros, o Atlético de Madrid fez o mesmo com os chineses do Wanda Group a troco de 9,6 milhões de euros anuais e o Bayern de Munique acertou com uma empresa seguradora alemã, a Allianz, uma ligação que lhe vai rendendo 7,3 milhões de euros ano a ano até 2031.