E não é que o Queimódromo levou sumiço?
Há uma novidade formal registada entre as equipas que lutam pelo título nacional de futebol. Refiro-me à existência de um novo tipo de jogador que despontou por força de artes mágicas ou de sabe-se lá o quê. Trata-se do jogador-fantasma. É esta a novidade e não digam que não é grande. Sim, porque isto de fazer desaparecer jogadores de futebol com contrato ativo e, presumivelmente de boa saúde, é uma originalidade recente pelo que se prova que, uma vez mais, damos cartas na Europa e no mundo em termos de efeitos especiais.