Marco Silva tem um estilo e ainda bem

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A frase “talvez estejam à espera de que eu tire o Prestianni para meter o Kaminski” é emblemática do estilo Marco Silva. Se o argentino continuar a marcar e a fabricar oportunidades para os seus colegas brilharem, tal como vem fazendo, é bem possível que, um dia destes, ouçamos o treinador do Benfica dizer “talvez estejam à espera de que eu tire o Prestianni para meter o Schjelderup”. Isto no caso de os jornalistas o aborrecerem com perguntas sobre os motivos que têm afastado da titularidade o norueguês sabendo-se que Prestianni e Schjelderup até podem jogar ao mesmo tempo, um em cada ala como, aliás, aconteceu com Bruno Lage, com José Mourinho e com o próprio Marco Silva. A conclusão apressada que se retira desta situação é que o bom arranque de Prestianni está a dificultar a vida ao colega que terá regressado das férias depois do Mundial, onde fez boa figura, convencido de que o lugar no Benfica era seu. Ou convencido de que seria vendido por bom dinheiro para um clube de uma Liga muito mais apelativa do que a Liga portuguesa. Nenhuma destas coisas aconteceu o que talvez explique o ar entediado de Andreas Schjelderup quando o vemos sentado no banco.

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