O árbitro-régua, um problema menor

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Reduzir a 2 centímetros aquilo que foi esta terceira época do Benfica sem a conquista de um único título não é coisa séria. Nem coisa de gente minimamente ponderada. Medidos ao milímetro com recurso a tecnologia de ponta, conforme nos dizem, aqueles 2 centímetros não explicam a posição na tabela de um futebolzinho medíocre de uma equipa quase sempre incapaz e, indesmentivelmente, caríssima. É verdade, sim, são ridículos os 2 centímetros registados pelo VAR aferidor na pessoa do arbitro-régua João Pinheiro e que invalidaram o golo de Darwin Nuñez. E não deixa de ser uma proeza, bem portuguesa, a transformação do VAR, que chegou para combater o erro, num foco semanal de suspeições aninhadas, com toda a segurança, na Casa do Futebol.

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