Parte forte e parte fraca
É verdade. Jorge Jesus tem razão quando recordou que ninguém dotado de bom senso apostava no Benfica perante o quadro de adversários que lhe coube no sorteio da fase de grupos da Liga dos Campeões. Nem o adepto mais ferrenho, nem o adepto mais insensato acharam, então, possível ver o seu Benfica qualificar-se a expensas do Barcelona ou do Bayern de Munique. Afinal, acabou por acontecer à custa do Barcelona e por muito que tivessem tremido Rui Costa, Luisão e Rui Pedro Brás no momento em que seguiam o sorteio europeu numa assoalhada do Seixal, o Benfica segue em frente na Liga dos Campeões e conhecerá na segunda-feira o nome do seu adversário entre um leque de emblemas daqueles que metem entre um enorme respeito e um enormíssimo respeito.