Porquê, sim, mas para quê?

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O futebol é um jogo coletivo, ah pois é, mas há ocasiões – raras – em que até parece que não é. Não que aconteça frequentemente vir um indivíduo abalar a noção e a prática da associação com resultados de estrondo mas, às vezes, vem e vem mesmo. Aconteceu, por exemplo, uma coisa dessas ao Benfica nas temporadas de 2015/2016 e de 2018/2019 que começaram tão malzinho, até metia dó, até às chegadas de dois indivíduos – Renato Sanches no ano do primeiro campeonato de Rui Vitória e João Félix no ano passado com Bruno Lage. Sanches em 2015 e Félix em 2019 redimensionaram com a sua presença o futebol da equipa e, apesar das suas extremas juventudes, impulsionaram esses Benficas para cavalgadas e decisões de temporadas inesquecíveis. Tudo à base de talento.

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