Tantos estudos e para nada

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Constituído por um conjunto de associados do FC Porto, muitos com relevância e responsabilidades na vida nacional, o Conselho Superior do clube entendeu que os acontecimentos que marcaram a última assembleia geral – um bando organizado impediu e coagiu a fala a associados, agrediu quem não aplaudiu o presidente, expulsou do recinto oposicionistas e impediu a realização da votação – se ficou a dever ao "empolamento artificialmente criado pela comunicação social e redes sociais". Artificialmente falando, que engraçados são estes conselheiros apontando culpas aos jornalistas e aos internautas pela "alcochetização" da assembleia geral em que terão sido, tudo leva a crer, espetadores passivos e impassíveis.

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