Uma exibição categórica de ADN

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Os italianos atiraram-se a Cristiano Ronaldo com unhas e dentes exigindo do jogador português sacrifícios físicos impensáveis para um sujeito da sua idade e estatuto. Corroídos pela deceção, queriam eles, imagine-se só uma coisa destas, que Cristiano Ronaldo se tivesse deitado, todo esticadinho, na relva por trás da barreira transalpina no momento em que Sérgio Oliveira se aprontava para cobrar o livre de que resultaria o golo salvador do FC Porto na eliminatória com a Juventus. Ora, exigir a um sujeito de 36 anos que dê o corpo ao manifesto, o peito à bala, sujeitando-se a nódoas negras e outras contusões é um abuso qualificado de opinião. Quem é que estes italianos julgam que são para se atreverem a tratar desta maneira um veterano com cinco Bolas de Ouro na folha de serviço?

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