Sem margem para errar

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O jogo com a Islândia não correu bem a Portugal. ‘Faltou uma pontinha de sorte’, disseram uns; ‘Não jogámos grande coisa’, asseguram outros. Nesta altura, admito, não interessa perder mais tempo a tentar perceber (pela enésima vez) as razões que nos levaram a deixar escapar 2 pontos. Fernando Santos, seguramente, tirou as suas ilações. Agora, obrigatório é derrotar a Áustria. Com ou sem sorte, jogando muito ou pouco. É ganhar ou ganhar.

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