Na festa azul e branca na Luz houve muitos amarelos à casa
O Benfica queria ganhar para evitar os festejos do rival no seu reduto; os portistas precisavam apenas de pontuar para, de uma vez por todas, selar a conquista de um título que há muito estava ‘inclinado’. Imperou a lei do mais forte quando, em cima do apito final – os encarnados davam o tudo por tudo num pontapé de canto de Grimaldo –, Zaidu assinou, em lance de contra-ataque, o único golo do clássico e fechou as contas do campeonato. Mas, para além do resultado –o mais relevante em qualquer partida – e das suas consequências, o jogo da Luz ficou marcado por um facto verdadeiramente invulgar relacionado com os cartões amarelos exibidos por Luís Godinho. As 13 admoestações fizeram com que esta (juntamente com o Estoril-Marítimo da 4.ª jornada, dirigido por António Nobre) fosse a partida com mais amarelos de toda a temporada. É verdade que houve jogos com 14, 15 e até 16 cartões (FC Porto-Sporting, da 22.ª jornada), mas esse total foi alcançado juntando as expulsões.
