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Luís Avelãs
Jornalista
Premium 15 abril 2022 - 01:45

Quando se vai ao banco e não se consegue rendimento

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Durante muito tempo não existiam substituições no futebol. Basicamente, os treinadores tinham de imaginar o maior número possível de cenários, formar um onze capaz de responder a diversas situações e acreditar que, feitas as escolhas, tudo iria correr bem ou, pelo menos, perto disso. Ora, esses tempos já ficaram lá para trás e desde 1970 que em todos os países se fazem substituições. Para render futebolistas em inferioridade, em certos casos, mas essencialmente para procurar mexer com a partida, alterar o rumo dos acontecimentos. Ir ao banco, também no futebol, passou a ser encarado como uma aposta suplementar (em jogadores) com o intuito de retirar o máximo rendimento possível. E ao longo dos anos, esta cartada tem sido responsável por inúmeras vitórias importantes. Em Portugal, e em concreto na liga principal, também não faltam casos de enorme sucesso. Mas, de vez a vez, as ideias dos treinadores não têm qualquer correspondência. Foi o que aconteceu na jornada 29, pois nem um golo foi apontado por um jogador que começou no banco!

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