A conta final fica para o trabalhador?

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Quem me acompanha nesta coluna sabe que, desde o aparecimento dos contornos públicos da novela do contrato do Eng.º Fernando Santos com a FPF, que tenho sido extremamente critico da forma como tudo se processou, particularmente decorrente do facto da federação em causa ser uma instituição com estatuto de utilidade pública, que por via disso recebe dinheiro dos contribuintes e como tal não poder socorrer-se de mecanismos artificiais de planeamento fiscal agressivo, com o objetivo de reduzir a sua fatura de segurança social ou de querer adulterar o cumprimento das leis laborais portuguesas, como indiretamente confessou o próprio Presidente, Fernando Gomes. Inaceitável num verdadeiro estado de Direito onde a responsabilidade e moralidade imperem.

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