Se o ridículo matasse...

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Desde o início desta pandemia tenho sido defensor do extremo cuidado e resistência aos grandes aglomerados de pessoas, seguindo com rigor as várias recomendações da DGS e organismos públicos, apesar da óbvia incoerência de muitas "excepções" que aqui e ali, com cariz político e propagandista (na sua vertente mais vil), foram sendo permitidas pelos nossos governantes.

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