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Pensar em grande
1. Portugal chegou à Rússia com naturais ambições. A Seleção Nacional, campeã europeia, justificou o estatuto durante a fase de qualificação para o Mundial e mostrou, nestes últimos jogos de preparação, que tem uma equipa praticamente afinada . Alemanha, França, Espanha e Bélgica surgem mais fortes do que 2016 e Brasil (principalmente), Argentina e, talvez, Uruguai tornam o sonho muito difícil de concretizar. Pedir o título pode ser demasiado, mas, depois do que aconteceu há dois anos, é também difícil pensar em menos do que isso.
Nove titulares
e muitos candidatos
2. A menos de uma semana do início da prova, surgem-nos dúvidas sobre o sistema tático (4x4x2 ou 4x3x3) e, também por consequência, em relação ao onze a apresentar. Há, contudo, nove titulares indiscutíveis: Patrício, Cédric, Pepe, Fonte, Guerreiro, William, Moutinho, Bernardo e Ronaldo. Sobram, pois, dois lugares por ocupar, obviamente dependentes do esquema que Fernando Santos vai eleger. João Mário, Guedes, Bruno Fernandes, André Silva, Gelson e Quaresma são... muitos e bons candidatos!
Um treinador
para o Sporting
3. O Sporting não conseguirá um substituto à altura de Jorge Jesus. Face ao caos instalado, que ditou a ‘fuga’ do amadorense, os leões têm mais um problema. Depois da saída de Rui Patrício, a equipa fica ainda mais depauperada. Sabe-se que o substituto "será um homem", como disse Bruno de Carvalho, desfazendo hipotéticas ilusões a Helena Costa e Mónica Jorge, e que é díficil encontrar alternativas. Um estrangeiro menos sensível à conjuntura lusa ou um jovem português embevecido por chegar a um grande parecem as hipóteses mais viáveis.