Portugal garantiu o apuramento para a fase final do Mundial da Rússia, num jogo, frente à Suíça, em que provou ser, a léguas de distância, a equipa com mais qualidade do grupo de qualificação. Se juntarmos aos habituais convocados os incontornáveis nomes de Adrien e Raphaël Guerreiro, por exemplo, ficamos com um conjunto ainda melhor do que aquele que conquistou o Euro’2016. Mas tal facto não dá à Seleção qualquer favoritismo para a prova do próximo ano. Alemanha, Espanha, França e Brasil estão cada vez melhores e ainda há, pelo menos, Argentina e Uruguai a entrarem na equação. Enfim, teremos um grande Mundial pela frente.
Jogadores de eleição vão ficar de fora
Fernando Santos tem, de facto, um leque de opções tão alargado que veremos grandes jogadores a ficar de fora da lista dos 23 convocados para o Mundial da Rússia. Exceção feita ao centro da defesa, onde a renovação não se consegue fazer, há autênticos craques com lugar em risco. Ricardo Pereira, Fábio Coentrão, Pizzi, Renato Sanches, Bruno Fernandes, Rafa, Gonçalo Guedes e Éder, o herói de Paris, são alguns dos nomes sem presença assegurada.
Luta entre Mourinho e Guardiola está de volta
Ao segundo ano de coexistência em Inglaterra, Mourinho e Guaridola parecem estar destinados a reviver e a reavivar a luta por um título nacional. Manchester United e Manchester City permanecem firmes no topo da classificação da Premier League, pelo que podemos esperar pelo regresso das boas e intensas disputas dos velhos tempos no futebol espanhol. Tal como o Real Madrid e o Barcelona que lideraram, o United é mais físico e calculista, enquanto o City pratica hoje o futebol mais bonito do Planeta.