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Frente a uma equipa bem organizada, e, já agora, particularmente ‘chata’, Portugal voltou a apresentar argumentos que a colocam entre os favoritos para a conquista do Mundial. A base da Seleção que conquistou o Europeu, reforçada por Gelson, Bernardo Silva, Gonçalo Guedes e André Silva (entre outros) está ao nível das melhores equipas presentes na Rússia, como serão, por certo, Espanha, Alemanha, França, Argentina e Brasil. No próximo verão, tudo pode acontecer... até o título de campeão do Mundo.
2. A ausência notada de Sérgio Oliveira
A Seleção Nacional tem, de facto, muitos e bons jogadores, embora esteja em aberto o nome do companheiro de Pepe para o centro da defesa. As opções de Fernando Santos são muitas, mas isso não explica, por si só, a ausência de Sérgio Oliveira dos trabalhos para estes dois encontros de preparação, o que indicia, aliás, que o jogador portista muito dificilmente estará entre os eleitos para a Rússia. O médio é hoje o motor de um FC Porto que se assume como o principal favorito a conqusitar a Liga.
3. Uma explicação para Seferovic
Nos trabalhos da seleção Suíça, Seferovic queixou-se, num tom aparentemente urbano, da escassa utilização no Benfica e disse não saber explicar as opções de Rui Vitória neste domínio. O avançado que rumou do Eintracht Frankfurt é um bom jogador, mas não suficientemente bom, o que torna a explicação muito simples. Dos três homens disponíveis para o centro do ataque, o treinador dos encarnados utiliza apenas um na equipa titular. E, dos três, Seferovic é o pior. Razões pode ter Jiménez para reclamar, se colocar o foco no sistema de jogo e não, obviamente, na escolha de Jonas.