Sair sem glória

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1. Portugal despede-se hoje da Taça das Confederações, não conseguindo explicar o porquê do título europeu conquistado no verão passado. Não se pode falar em fracasso, até porque a Seleção só foi eliminada no desempate por penáltis, mas a verdade é que a equipa ficou aquém das expectativas. Houve cansaço, físico e psicológico, mas também défice de eficácia ofensiva, de jogo exterior e de ligação entre os sectores.

A semideceção do vídeo-árbitro

2. Quem considera que a verdade desportiva deve estar acima de tudo, terá ficado certamente algo dececionado com a forma como o vídeo-árbitro foi utilizado (ou, em determinados casos, não foi utilizado) na Taça das Confederações. Tudo começou bem, com a não validação de um golo de Portugal ao México logo na jornada de abertura. Prosseguiu de forma satisfatória, por exemplo, no Chile-Camarões. Mas, pouco depois, tivemos a rábula dos cartões amarelos de Bakary Gassama no México-Nova Zelândia e o ponto alto foi mesmo o penálti escandaloso, cometido por José Fonte na meia-final com o Chile, que passou em claro.

A estranha opção de Rúben Neves

3. O negócio está praticamente feito e pode ser ruinoso para a carreira de Rúben Neves. Trocar o FC Porto pelo Wolverhampton, do segundo escalão inglês, nada trará de bom, pelo menos em termos desportivos, à carreira do jovem médio. Há que saber esperar... O ‘Porto Canal’ transmitiu recentemente uma entrevista com Cândido Costa – e são excelentes aquelas entrevistas – em que o antigo jogador reconheceu o erro de ter assinado pelo Derby County, em 2003, quando estava vinculado ao FC Porto ‘de Mourinho’. Que Rúben aprenda com os mais velhos! 

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