Formar e renovar

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Gonçalo Inácio, Matheus Nunes e Daniel Bragança, três jovens talentos formados na Academia de Alcochete, vão ter os contratos renovados, o mais tardar até janeiro. Depois de terem atingido determinado grau de maturidade e de o clube já estar a extrair deles rendimento desportivo, importa agora mantê-los satisfeitos, fazer justiça e oferecer-lhes um salário mais compatível com o estatuto que adquiriram, talvez os dois primeiros mais do que o restante, que ainda não é um titular indiscutível. Enquanto não chega o verão e se assiste ao assédio dos clubes mais endinheirados, convém salvaguardar as premissas anteriores, até porque a história ensina que o mercado de inverno, apesar de uma ou outra exceção, não é pródigo em transferências milionárias. É este, afinal, o único caminho de quem tem a formação como praticamente único meio de subsistência. Formar, promover, renovar (quando é caso disso) e transferir, de preferência só no final de cada época para se mexer o menos possível na estrutura do plantel com as competições ainda em marcha.

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