Viva Espanha!

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Num Europeu de um modo geral monótono, de um futebol mecanizado e onde raramente pontificou o talento individual, o título foi para as mãos daqueles que mais o mereceram. Os únicos que realmente o mereceram, valha a verdade. A Espanha não é mais aquela seleção de Xavi e Iniesta, que a todos encantou em 2008 e 2012, mas conseguiu ser superior a toda a concorrência, muitas vezes com vitórias por números que pecaram por defeito.

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