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Luís Pedro Sousa
Luís Pedro Sousa Chefe de redação

A candidatura portuguesa

Não é só por ostentar o título de campeão da Europa que Portugal vai iniciar o Mundial da Rússia como um dos candidatos à vitória. É óbvio que, em relação à prova de há dois anos, as outras principais seleções do Velho Continente tiveram, de um modo geral, uma notória evolução. França, Espanha, Alemanha e até a Bélgica estão hoje mais fortes. Mas a Seleção Nacional também. Bernardo Silva, Gonçalo Guedes e André Silva, por exemplo, dão neste momento um conjunto de soluções em termos ofensivos de que a equipa das quinas não dispunha em 2016. Nesta perspetiva, podemos dizer que a relação de forças se mantém.

O Mundial continua a ser praticamente -- e sem querer ser insultuoso -- uma espécie de Europeu a que se lhe junta Brasil e Argentina. A qualidade destas duas equipas não se discute. Os canarinhos apresentam uma das seleções mais fortes dos últimos Mundiais, enquanto os rivais sul-americanos assustam, de novo, com Messi, Agüero, Higuaín e companhia. Há, pois, seis ou sete equipas a posicionarem-se para erguer a taça no dia 15 de julho. E Portugal está entre elas.


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