Cartão amarelo para Vieira
Não há lugar a segundas leituras. Luís Filipe Vieira deixou de ser intocável. O orçamento para o exercício de 2020/21 foi chumbado e, pese embora a diferença mínima entre os votos contra e os favoráveis (cerca de 0,5%), este é um sinal claro de que os sócios do Benfica já não consideram que o presidente esteja acima de qualquer escrutínio. A crise de resultados da equipa de futebol foi obviamente determinante para este desfecho. Nesta conjuntura, os números apresentados no documento colocado a sufrágio, por mais que se ajustem à realidade, de pouco valem para os descontentes com o 2.º lugar na Liga.
