Dizer fracasso já é excessivo

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O Benfica está nos quartos-de-final da Liga dos Campeões e, aconteça o que acontecer, o desempenho na prova mais importante do calendário europeu já é um sucesso. Por mérito de Jorge Jesus, que conseguiu superar duas pré-eliminatórias e superiorizar-se ao Barcelona na fase de grupos. Por mérito de Nélson Veríssimo, que teve a inteligência de perceber as debilidades do Ajax e aplicar, em Amesterdão, a receita da segunda parte da partida de Lisboa, fazendo coabitar Darwin e Yaremchuk para semear a confusão na defesa holandesa.

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