E agora com Jonas?
O jogo com o Vizela foi um sinal claro da recuperação de Jonas, aquele que ainda é, pelo menos em termos potenciais, o melhor jogador do Benfica. Os quatro meses de inatividade a que o profícuo avançado brasileiro foi sujeito podem, contudo, não aconselhar que a titularidade se repita. Há apenas quatro dias de intervalo entre o jogo da Luz e o de Guimarães e a partida do D. Afonso Henriques tem, como é óbvio, um grau de exigência e de intensidade que não é comparável com a da Taça CTT.
Mesmo que o regresso ‘a sério’ não aconteça em Guimarães, a inclusão regular de Jonas no onze benfiquista está iminente, o que colocará várias hipóteses a Rui Vitória no que diz respeito à construção de uma ‘nova equipa’. Jonas é o apoio ao ponta-de-lança e não pode atuar noutro lugar, pelo que o sacrificado terá de ser Gonçalo Guedes, num período em que o jovem jogador caminha a passos largos para a plena afirmação.
Com a titularidade em causa, o melhor será Gonçalo Guedes lutar com Salvio por uma vaga no flanco direito, constituindo sempre opção para a ala esquerda – neste contexto, Carrillo desce ainda mais na hierarquia – e, claro está, para o centro do ataque.
