FC Porto sem Corona
O FC Porto não pode dar-se ao luxo de ver partir mais um elemento nuclear da equipa sem a necessária compensação financeira. Treze milhões de euros constituem o encaixe possível para um jogador de qualidade inquestionável, mas que se encontra em final de contrato. É sempre melhor do que a mão-cheia de nada que Herrera, Brahimi e Marega, por exemplo, proporcionaram aos cofres dos dragões num passado recente. É fácil, hoje, dizer-se que a SAD devia ter acautelado em tempo útil a continuidade de Corona. Só que, tal como os antigos companheiros, o mexicano alimentou, a partir de certa altura e já na montra do Dragão, a ambição de atuar numa liga mais competitiva e/ou auferir um salário que é proibitivo em Portugal.
