Florentino e Gonçalo

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O paradigma mudou. Definitivamente e sem qualquer dúvida. Nos tempos de Rui Vitória era o Seixal a mandar. Nos de Bruno Lage tentou-se um equilíbrio à última hora, mas, sem uma janela de mercado que o tornasse suficientemente visível, continuou a ser o sector da formação a assumir-se como o fornecedor por excelência da equipa principal. Regressa Jorge Jesus e volta tudo aos primeiros anos da segunda década do século XXI, que rendeu, valha a verdade, três campeonatos em seis possíveis.

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