No lugar do outro

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Enzo Fernández cometeu um erro incontornável no último mês de águia ao peito, já depois de ultrapassada a crise relacionada com a passagem do Ano Novo na Argentina. A comemoração do golo ao Varzim e a implícita jura de amor, mesmo que não eterno, revelada com o repetitivo gesto de bater com a mão no símbolo do Benfica, levando os adeptos ao êxtase, foi um pecado sem remissão.

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