Nós e a Bélgica

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Não há adversários especialmente acessíveis quando chegamos aos oitavos-de-final de um Europeu, em particular para quem ficou em 3.º lugar na fase de grupos , correndo o risco, posteriormente confirmado, de medir forças com um cabeça-de-série já nesta altura da prova. Por este motivo, Portugal depara-se agora com a Bélgica. Talentosa, se calhar até temível, mas longe de ser inultrapassável, até porque quem jogou de igual para igual com os campeões do Mundo pouco tem a recear. A Bélgica, que, há três anos, encantou no Mundial da Rússia, conquistando o 3.º lugar, não é hoje uma equipa tão forte. Talvez De Bruyne e Lukaku tenham amadurecido, mas não há o mesmo Eden Hazard nem o mesmo Mertens. Witsel vem, por outro lado, de lesão prolongada e não se encontrou um substituto à altura de Kompany, o patrão da defesa.

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