O triplo caso Militão

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A noitada de Éder Militão, que colocou o internacional brasileiro fora do jogo com o Tondela, revela uma tripla falta de respeito. Em primeiro lugar, e como é óbvio, o defesa começou por infringir o regulamento interno do FC Porto, que, neste domínio, é igual a qualquer outro clube profissional. O caso ganha, no entanto, outra gravidade, conhecendo-se os problemas que vivia a equipa, privada de várias pedras-chave no momento em que tentava manter a liderança na Liga antes da receção ao Benfica. Mas Militão é, por outro lado, o jogador do plantel portista com mais mercado, falando-se à ‘boca cheia’ dos 50 milhões que o Real Madrid vai dar pelo respetivo passe. Face às notícias que o colocam numa discoteca até 5h da madrugada, como se justificará semelhante quantia por alguém tão prevaricador?

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