O vírus pariu um rato
O regresso às competições nacionais, depois da pausa para os compromissos das seleções, costuma ser penalizador para as equipas mais fortes, leia-se com número assinalável de jogadores internacionais. É um período que os treinadores temem, pois falta-lhes quórum para o trabalho diário e as estrelas regressam, quase invariavelmente, horas antes dos jogos dos clubes, muitas vezes fatigados, ou pela utilização excessiva ou pelas longas viagens a que são sujeitos. Há muito que a imprensa espanhola, por exemplo, batizou de ‘vírus FIFA’ a ‘doença’ que afeta, neste período, aqueles que têm mais ambições e veem os pequenos agigantar-se, roubando-lhes preciosos pontos, que podem acabar por decidir campeonatos.
