Obrigado, Eusébio!

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Às primeiras horas daquele 5 de janeiro de 2014 os telefones começaram a tocar por todo o País. Os dos jornalistas, dos adeptos e até daqueles que pouco ou nada acompanhavam o fenómeno desportivo. Os do Benfica, do Sporting ou do FC Porto. A notícia não era uma surpresa, pois a saúde há muito o abandonara, mas chegava de forma cruel e tão fria como aquela manhã. Espalhou-se em segundos, fazendo levantar da cama um País inteiro. O Rei tinha morrido.

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