Salvaguardar o futuro
O Sporting, por jogar fora de portas com um adversário que não perde no seu terreno há 41 jogos, e o Benfica, face ao poderio e historial do opositor, têm nesta ronda da Liga dos Campeões compromissos de grau de dificuldade elevado. Mas dispõem, simultaneamente, de uma oportunidade soberana de quase sentenciarem prematuramente o acesso ao playoff da competição, o máximo a que, se a lógica imperar, os clubes portugueses podem aspirar. É que pedir a qualificação direta, o que implicaria um top 8 em 36 concorrentes, seria, convenhamos, pouco realista, face à (teórica) superioridade futebolística dos colossos europeus em prova.
