Há VAR e AVAR!
O Conselho de Arbitragem tem de ser mais criterioso na escolha dos árbitros que compõem o quadro de especialistas no VAR. O VAR, desde a sua implementação, tem suscitado algumas críticas muito por culpa do desempenho dos árbitros ‘especialistas’ que operam a tecnologia. A despromoção de um árbitro não pode ser um critério para esse mesmo árbitro ser ‘promovido’ a vídeo-árbitro. A competência tem de ser o fator principal para a formação do quadro do VAR e não uma 2.ª oportunidade de relançar ou manter a carreira de um árbitro. Rui Costa e Luís Ferreira são ‘especialistas’ que demonstraram esta jornada não terem as condições necessárias para desempenharem uma função com a importância que o VAR tem no futebol atual. Eustáquio faz uma ‘defesa’ com o seu braço direito intercetando a bola dentro da área. Penálti claro e óbvio que passou impune na avaliação ‘errada’ do VAR. Gyökeres faz golo após um contacto normal com o defesa sem qualquer tipo de infração. Árbitro valida o golo após a sua interpretação da jogada e mantém a sua decisão após intervenção errada do VAR. António Nobre cometeu um erro grave que foi ignorado pelo VAR, enquanto que Cláudio Pereira decidiu bem e foi ’vítima’ de uma intervenção desadequada do VAR. A existência do VAR e do AVAR deviam ser uma garantia de competência nas decisões de arbitragem, mas, muitas vezes, são os protagonistas da descredibilização de uma ferramenta demasiado importante para ser gerida sem as competências exigidas.
