(Des)controlo total

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Nesta jornada assistimos ao descontrolo de algumas equipas de arbitragem, que influenciaram negativamente o resultado e a verdade desportiva. Em Alvalade, houve um erro inadmissível que demonstrou incompetência e total desrespeito pelas leis de jogo. Rui Oliveira e Sérgio Jesus, VAR e AVAR respetivamente, mostraram total incapacidade para as funções, não respeitaram o protocolo do VAR, ignoraram os procedimentos obrigatórios em situações de golo e mostraram desconhecimento das alterações às leis. O IFAB mudou a lei para que as situações de mão/braço dos atacantes não dependessem da interpretação dos árbitros nas situações de golo, e nem assim impediu o erro grosseiro. É imperativo saber se analisaram a jogada do golo ou estavam distraídos a ver os festejos dos jogadores! Na Madeira, Manuel Mota teve o ‘mérito’ de cometer vários erros numa só situação. Apitou uma infração sem saber indicar a equipa beneficiada (o mais rápido a ficar com a bola beneficiava da infração), inicialmente apitou para não permitir a execução rápida do livre (tornando com isso ‘obrigatório’ o uso do apito para autorizar a execução) e permitiu, à segunda tentativa, o reinício do jogo nas mesmas condições da primeira. Descontrolo ou perfeitamente controlado? Fica a questão.

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