Erros (in)admissíveis

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O dérbi do Porto ficou marcado por erros graves de arbitragem que motivaram, novamente, discussões sobre a importância do VAR. Todos desejaríamos eliminar totalmente os erros dos árbitros, mas as constantes intervenções do VAR durante o jogo obrigaram o IFAB a restringir as intervenções criando o tão ‘famoso’ protocolo. As diretrizes que constam do protocolo reduzem a possibilidade de intervenção para as situações que têm mais impacto na verdade desportiva. Os penáltis e os cartões vermelhos são as situações que mais se destacam e que têm um maior escrutínio ao longo da época. No dérbi tivemos de tudo: possíveis penáltis, possíveis cartões vermelhos, tivemos árbitro e tivemos VAR, cada um com o direito à interpretação individual. A avaliação dos ‘especialistas’ divergiram em algumas situações, abrindo espaço para que alguns desses ‘erros’ fossem admissíveis atendendo à sua subjetividade. Inadmissível foi a decisão no lance de pontapé de penálti sobre Evanilson. Situação clara e evidente (exigência do protocolo), jogador isolado, bola controlada numa clara oportunidade de golo, braços do defesa nas costas do avançado, sem possibilidade de disputar a bola e o movimento claro dos braços a esticarem para desequilibrar o adversário. Penálti evidente e vermelho claro que, infelizmente, passaram impunes.

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