Escolhas competentes

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Luís Godinho e Nuno Almeida foram os árbitros escolhidos para os jogos mais importantes e decisivos da jornada e, até agora, do campeonato. Em Braga, a nomeação de Luís Godinho, internacional desde 2017, não foi surpresa e, no final, ainda demonstrou ter capacidades para evoluir e progredir na sua consolidação na arbitragem. No clássico, que decidia o lugar mais alto da classificação, a nomeação de Nuno Almeida causou algum ruído interno e demonstrou aos internacionais que a simples utilização de uma insígnia da FIFA ao peito não de faz ninguém melhor árbitro. Numa semana em que foi notícia que Artur Soares Dias, árbitro mais categorizado em Portugal, constava de uma lista para votação de melhor do Mundo, o Conselho de Arbitragem reduziu o seu papel à função de vídeo-árbitro. O desempenho de Luís Godinho foi competente e assertivo, 'evitando' qualquer intervenção do VAR. Em Alvalade, o mesmo não aconteceu, Nuno Almeida mostrou alguma insegurança nos momentos mais decisivos do jogo e cometeu alguns erros, obrigando o VAR, Tiago Martins, a intervir na anulação de um golo e na punição de uma conduta violenta. Arbitragens globalmente positivas numa jornada que tinha tudo para ser polémica devido ao equilíbrio existente no topo da classificação e dos confrontos diretos entre os principais candidatos ao título. O vídeo-árbitro, uma vez mais, confirmou a sua importância e, para desgraça de muitos críticos, manter-se-á num caminho sem retorno. Habituem-se...

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