Portugal na Champions

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A reta final da Liga Bwin tem sido rica em trocas de acusações entre clubes sempre com a arbitragem como foco principal. Ao longo dos anos temos assistido à mesma estratégia para condicionar os árbitros na fase mais importante do campeonato e não só. Desde o início, os clubes tentam manter a arbitragem fragilizada de forma a usá-la como justificação dos insucessos desportivos. A última jornada demonstrou que os árbitros estão preparados para esta fase em que tudo se decide. Luís Godinho, Nuno Almeida e João Pinheiro tiveram desempenhos positivos nos jogos dos candidatos ao título, não cometeram erros com influência direta no resultado e defenderam a verdade desportiva. A falta de árbitros portugueses nas fases finais de Campeonatos do Mundo e da Europa é o argumento utilizado para validar e justificar todos os ataques ao sector da arbitragem, mas a realidade muda quando são claramente prejudicados nos jogos internacionais, principalmente contra equipas mais ‘poderosas’. Artur Soares Dias e a sua equipa foram nomeados para uma meia-final da Liga dos Campeões numa altura em que já não existem clubes portugueses nas competições europeias. É caso para afirmar que esta temporada é a arbitragem portuguesa que vai mais além nas provas da UEFA.

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