Positivo, mas...

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Jornada positiva a nível de arbitragem, não por inexistência de erros, mas porque nenhum deles influenciaram negativamente na verdade desportiva. No Dragão, apesar de algumas opiniões divergentes, a arbitragem foi competente. Gustavo Correia não necessitou da intervenção do VAR para assinalar corretamente os penáltis e decidiu bem na expulsão por acumulação. O contacto em Namaso no golo do Estoril e a queda de Toni Martínez após um contacto com o defesa não passaram disso mesmo, contactos, simples toques permitidos no futebol, mas, muitas vezes, servem para ampliar as discussões sobre interpretação e intensidade. No Estádio do Marítimo assistimos a uma arbitragem sóbria e serena, aproveitou bem a correção dos jogadores de ambas as equipas e decidiu bem no penálti assinalado. Cláudio Winck, em fora de jogo, introduziu a bola na baliza numa jogada em que, apesar de o assistente ter levantado a bandeira, o árbitro só interrompeu após a bola entrar na baliza, respeitando na íntegra o protocolo do VAR. Em Alvalade, João Pinheiro cometeu um erro grave ao não assinalar um penálti sobre Trincão, Pedro Malheiro empurra e rasteira o avançado sem possibilidade de disputar a bola. Penálti e vermelho, por destruir uma clara oportunidade de golo, que passaram impunes ao árbitro e ao VAR.

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