Vídeo-árbitro ilibado

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A implementação do VAR foi extremamente importante para reduzir os erros claros das equipas de arbitragem, mas nem sempre isso acontece. Quando existem lances duvidosos, é expectável que existam imagens disponíveis para que o vídeo-árbitro possa agir na defesa da verdade desportiva. As imagens disponibilizadas dependem de fatores logísticos que ultrapassam a responsabilidade dos árbitros, mas que muitas vezes condicionam a qualidade da intervenção e da decisão final. Os posicionamentos das câmaras variam conforme as condições dos estádios, ou seja, podem existir situações de jogo em que num estádio o VAR pode intervir e evitar um erro claro e óbvio, mas, noutro estádio com menos condições, a mesma situação pode passar sem o devido escrutínio. Nesta jornada assistimos a uma situação caricata, que nunca será esclarecida por não existirem imagens suficientes para o VAR analisar. Aursnes agarra a bola com as mãos no momento que salta da sua área para fora do terreno de jogo, permanecendo a dúvida se o contacto aconteceu ainda antes da bola ultrapassar totalmente a linha de baliza. Os ângulos das imagens disponibilizadas pelo operador foram insuficientes para o devido esclarecimento público e impeditivo para uma intervenção do VAR. Será que ficou um penálti por assinalar? Sem imagens claras nos ângulos corretos... nem o VAR faz milagres. Neste caso, uma simples câmara na linha de baliza evitava a polémica. Será assim tão difícil? Fica a questão...

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