Paixão pragmática
Hoje começo a minha participação regular neste jornal, onde tentarei semanalmente comentar o melhor que posso e sei este desporto que tanto nos apaixona a todos. Sei que nem sempre vou agradar a quem me lê, nem acho que deva ser esse o objetivo de quem escreve. Sei também que no mundo da bola a honestidade intelectual é vista com óculos tingidos pela cor do nosso próprio clube. Tudo isto é normal e é o reverso da medalha daquilo que a todos nos move: a paixão irracional que estes 11 homens a correr atrás de uma bola enquanto perseguem a imortalidade nos fazem sentir, dia após dia, tanto nas vitórias como nas derrotas.