A culpa não foi de Baró
Ao contrário de Roger Schmidt, Sérgio Conceição estuda bem os adversários dos jogos grandes e enfrenta-os muito bem preparado, daí que o FC Porto, regra geral, faça sempre melhor figura na Europa que o Benfica de Schmidt. E assim aconteceu mais uma vez contra o Barcelona, em que apenas um inadmissível erro individual ditou uma derrota que poderia bem ter sido uma vitória. Mas esse erro foi, sobretudo, um erro, não do seu autor, mas de quem o colocou em jogo, pois que essa é uma das fraquezas de SC: se planeia bem a estratégia, quase sempre recorre a um ou dois intérpretes totalmente desajustados para a pôr em execução e depois vê-se forçado a ir atrás do prejuízo, com substituições de emergência, que raramente resultam.