A última taça

Villas-Boas venceu por uma margem que ninguém julgava possível. Uma vitória numas eleições livres, com três candidatos, atingindo 80% dos votos, é feito muito raro, principalmente quando alcançado por alguém que desafia o poder instituído. Um poder com raízes profundas, engrossadas por 42 anos de liderança e inúmeros títulos. Mas as raízes apodreceram à vista de todos. A queda chegou pelas finanças, área que Pinto da Costa sempre menosprezou. Salvo nos seus rendimentos, claro.

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