As despedidas de Jonas e Luisão

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Bruno Lage tem um primeiro desafio para ganhar este ano: afastar a sombra de Félix que paira sobre todos os jovens jogadores com posições avançadas. Os benfiquistas suspiram por um novo João Félix, e todos compreendemos essa aspiração a clonar o menino 120 milhões. Mas o que há agora é Jota, um belíssimo jogador com técnica maravilhosa ao serviço de momentos de génio. Ontem, a saída de Jonas para a entrada do pequeno Dantas colocou um peso nas botas do debutante, que fez a relva crescer um palmo em todos os terrenos por onde o miúdo andou. Salvaguardadas as diferentes proporções, quantos jogadores se queimaram nos idos de 1970 com as desejadas encarnações de Eusébio? Alguns também não suportaram as comparações com Rui Costa, vinte anos depois.

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