E agora, Francisco?

Quando neste espaço se escreveu que o primeiro ano de Villas-Boas poderia dar o título ao FC Porto, faltava um dado essencial para medir o grau de probabilidade. Ainda não tinha sido escolhido o técnico principal. Já se sabia que uma nova dinâmica iria agitar a estrutura do clube. Que as carências financeiras iriam aguçar o engenho dos dirigentes – em especial os responsáveis pelo futebol -, e unir o grupo de trabalho.

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