Estrelas ou figurantes?

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Ter mais de mil milhões de euros à disposição, em talento, vontade, agressividade, entrega, e fazer dessa imensa fortuna um grupo de meros figurantes parece um desperdício que não adivinha nada de bom para o futuro. Falo da cerimónia bacoca com que a FPF brindou os portugueses, por ocasião da visita de António José Seguro ao grupo que vai representar Portugal no primeiro Mundial de Futebol da era da Inteligência Artificial.

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