O inferno de Lage

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A vida de treinador é assim, está no céu e cai no inferno num só segundo. Ontem, Lage tardou as substituições, é um facto. A equipa já estava com língua de palmo quando saiu Vinícius e entrou De Tomás. E, lá está, se os dedos do guardião contrário não lograssem afagar a bola, o espanhol teria feito o três-zero, num chapéu genial. Tão genial quanto estaríamos a classificar Bruno Lage, apesar de ter tardado as substituições.

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